quarta-feira, janeiro 17, 2007

Analogias de mim II

Hoje quero estar assim...

Estados alterados

Alguns dias, como hoje, exigem de nós uma mutação quase genética em escassas horas... Acho que algo parecido com isto já ajudava...

Analogias de mim

Sacos de pancada, 3 tamanhos diferentes... Façam o favor de escolher!

terça-feira, janeiro 16, 2007

9h05m

Loja do cidadão. O último sítio onde quero estar, especialmente de manhã... O barulho do mecanismo electrónico que dita o número do "contemplado" após horas de espera. Um calor sujo típico destes sítios. O ambiente estranho que se observa. Gente feia, bizarra, que tresanda. Mas sendo cidadão trabalhador é preciso estar inscrito na Segurança Social (a propósito, a minha senha é a 743) e saber que a Direcção Geral de Impostos situa-se no 1º piso, à esquerda.
Pagava para alguém se fazer passar por mim e falsificar a minha assinatura. Pagava. Pagava muito.
E os cheiros... odores humanos estranhos a narizes asseados... caril, muamba, feijoada à brasileira, arroz chow-chow... Pagava. Pagava muito.
O ar típico das senhoras que ocupam a cadeira por detrás dos guichês, o discurso ensaiado de termos técnicos que nem elas próprias ousam perceber. Pagava. Pagava muito.
E o cheiro... nauseabundo...

Frases Matinais

Tudo o que é matinal é, já em si, relacionado com algum sacrífico, quase religioso, que me é imposto. Os despertadores, cujo som mais estridente é o único capaz de me tirar da cama. O ritual do pequeno-almoço... monótono até para os senhores de hábito(s). O formato dos programas televisivos, repetido canal após canal, e a palavra "matinal" sempre no genérico. Até o leite com o mesmo nome implica a desagradável sensação de beber o melhor alimento do mundo, acto para mim impensável, até na minha rotina. Hoje, enquanto emergia a dúvida da chegada do 9, ouvia uma música... a selecção da banda sonora feita por outro ser que habita o meu corpo pelas manhãs. E uma frase ouve-se um pouco mais alto na música (acho que foi aí que comecei a acordar): «she only comes when she's on top».
Bom dia.

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Breath In Breath Out

Verdades absolutas

"Qualquer um pode zangar-se - isto é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa - não é fácil." Aristóteles A propósito desta frase, surgiu o comentário «isso pode ser aplicado a quase tudo na vida: amor, amizade, trabalho, sexo, bebida, etc». Será isso o importante? Não é a base onde tem aplicação mas o grau de discernimento necessário num ambiente conflituoso... essa é a discussão. É quase uma capacidade adquirida apenas pelas mentes de maior alcance... Nunca conseguirá encontrar-se em alguém toldado pela realidade enviesada.

Imposições

“É sempre bom acabar com uma pessoa quando ela gostava de te ver outra vez, pois hás-de passar inevitavelmente por uma altura em que vais deixá-la porque já não te quer ver mais.” Irvine Welsh

O impossível e por isso provável...

A propósito de Zeca Afonso, Sérgio Godinho dizia:
"Abriu janelas onde nem paredes existiam."
A melhor definição para as exigências que me foram impostas neste início de ano.
O pior é que eu preciso de luz natural...

sábado, janeiro 13, 2007

Escritas passadas... diferentes contextos

A Bolha Constante «Viver numa bolha rodeada pelo restante mundo... até às 6 da tarde...» Quase tão impossível como não permitir que o tempo avance ou o espaço se movimente. Quase tão impossível como a não vitimização por todas aquelas coisas que gostamos de ver reforçadas. Quase tão impossível como conseguir respirar agora. Tão possível que merece o estatuto de patológico e por isso improvável. Talvez procure um espinho... ou deixe que o oxigénio escasseie.

Tentativas para um regresso à Terra

O sol ensina o único caminho a voz da memória irrompe lodosa ainda não partimos e já tudo esquecemos caminhamos envoltos num alvéolo de ouro fosforescente os corpos diluem-se na delicada pele das pedras falamos rios deste regresso e pelas margens ressoam passos os poços onde nos debruçamos aproximam-se perigosamente da ausência e da sede procuramos os rostos na água conseguimos não esquecer a fome que nos isolou de oásis em oásis hoje é o sangue branco das cobras que perpetua o lugar o peso de súbitas cassiopeias nos olhos quando o veludo da noite vem roer a pouco e pouco a planície caminhamos ainda sabemos que deixou de haver tempo para nos olharmos a fuga só é possível dentro dos fragmentados corpos e um dia......quem sabe? chegaremos Al Berto

domingo, janeiro 07, 2007

Murder

And you did your best but

As I live and breathe

You have killed me

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Ansiedade de separação II

Na fase final, a criança já chora por chorar... já chora porque o desconhecido da prima afastada não está por perto.

The only mistake

Achar que a presunção é a nossa melhor qualidade e que, por isso, deve estar reflectida em todos os nossos comportamentos... achar também que os outros são da mesma opinião.

quinta-feira, janeiro 04, 2007

A vontade de estar próximo de alguém ou de atrair a sua atenção, ainda que tenha a obrigatoriedade de ser contrariada, conduz, quase sempre, a um desencantamento incompatível com a mera relação social. É que já não se respeita o que é expressamente proibido e obrigatório e cada vez mais perde-se a noção do ridículo. Depois a culpa é da sociedade moderna actual que não permite as circunstâncias ideiais para a promoção do relacionamento interpessoal.

quarta-feira, janeiro 03, 2007

2007 - O ano do porco

Alguém me disse nas primeiras horas do ano "este é que vai ser o ano; 2007 é que vai ser"... Toldada pelo whisky que ingeria há largas horas, quis acreditar que o novo ano no qual tinha acabado de entrar poderia, de facto, vir a ser o palco de grandes, ousadas e corajosas transformações... e acreditei até... acreditei um pouco menos lá para a madrugada...ok, ia deixando de acreditar ao mesmo tempo que o copo que a minha mão segurava fazia, cada vez menos vezes, o caminho em direcção aos meus lábios... muitas horas depois... Quis acreditar que 2007 me traria mais confiança, mais segurança, mais momentos felizes e motivantes, menos confusão mental e emocional, mais clarividência... Ok, acreditei durante umas horas... Ok, tenho esperança de tornar a acreditar na próxima histeria e psicose alcoólicas... sou crente nas coisas impossíveis que ambiciono... felicidades relativas, tipo catalisadores de reacções, momentos, acções, ponderações e, mesmo decisões importantes... ou bebo em demasia... 2007 vai, de certeza absoluta, ser um ano diferente de todos os 20 e muitos que passei e todos os 30 e tal que espero viver... crenças na sua pequenez própria... mas as minhas crenças continuam a residir em impossibilidades... Ainda assim, outro ano para viver... algures por aí, desorientada momentaneamente ou com a rosa dos ventos na mão.

Primeira imagem de 2007

Última imagem de 2006

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Até para o ano...

Have yourself a merry little christmas

Ansiedade de Separação

A sensação que se deixa quando só voltamos para o ano. Levamos alguma coisa que não regressa connosco no novo ano. E tínhamos a certeza que já não precisávamos disso... até ao momento em que nos despedimos dizendo «até para o ano».

terça-feira, dezembro 19, 2006

domingo, dezembro 17, 2006

Brad Mehldau

... em Janeiro no CCB... ...vou, não vou, vou, não vou, vou, não vou, vou... VOU!

Update

Cocktail Molotov

Ai...ai...ai...

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Out to get you

Looked in the mirror, I don't know who I am any more

The face is familiar, but the eyes, the eyes give it all away

Amores incondicionais

Comer gomos de laranja dados à boca...

Kit de sobrevivência

Para o dia de hoje...

Silogismo do dia

Faz todo o sentido Pode acontecer Por fazer todo o sentido, não pode acontecer.

Acordares

Hoje acordei sem vontade de ver certas pessoas... pelo menos até às 11 da manhã...
Acho que vou usar uma venda...

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Natal

A segunda maior árvore de Natal da Europa (dispensável) Iluminações de Natal até em ruas secundárias O azul brilhante da avenida da Liberdade (não desgosto) A iluminação cá do bairro Árvore de Natal com bolas vermelhas e chocolates pendurados Lista de presentes Jantares de Natal até ao dia 23 A publicidade televisiva a brinquedos Crianças, no plural Ida a Toys'R'Us Irritação provocada pelas músicas da época Frio e lareira Irritação provocada pelas mensagens da época Presentes de última hora Gente, muita gente Lojas, centros comerciais A indecisão de um presente até ao último momento Bacalhau e cabrito Mousse de chocolate com bolacha da mãe A receita de filhoses da avó Bolo Rei sem frutas cristalizadas

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Miopia emocional

Confusão Mental

Estou baralhada... de que lado está a razão !?

Lilah

you're the night, Lilah a little girl lost in the woods you're a folktale the unexplainable you're a bedtime story the one that keeps the curtains closed I hope you're waiting for me cause I can't make it on my own I can't make it on my own it's too dark to see the landmarks and I don't want your good luck charms I hope you're waiting for me across your carpet of stars you're the night, Lilah you're everything that we can't see Lilah you're the possibility you're the bedtime story the one that keeps the curtains closed and I hope you're waiting for me cause I can't make it on my own I can't make it on my own unknown the unlit world of old you're the sounds I've never heard before off the map where the wild things grow another world outside my door here I stand I'm all alone driving down the pitch black road Lilah you're my only home and I can't make it on my own you're a bedtime story the one that keeps the curtains closed I hope you're waiting for me cause I can't make it on my own I can't make it on my own Uma das melhores músicas deixadas no meu voicemail...

Cure for pain

Terapêutica precisa-se

Du Diable

http://www.dudiable.blogspot.com/ Sempre preferi o Inferno...

Estados físicos II

O corpo não espera. Não. Por nós ou pelo amor. Este pousar de mãos, tão reticente e que interroga a sós a tépida secura acetinada, a que palpita por adivinhada em solitários movimentos vãos; este pousar em que não estamos nós, mas uma sêde, uma memória, tudo o que sabemos de tocar desnudo o corpo que não espera; este pousar que não conhece, nada vê, nem nada ousa temer no seu temor agudo... Tem tanta pressa o corpo! E já passou, quando um de nós ou quando o amor chegou. Jorge de Sena

Idioteque

Here I'm allowed Everything all of the time

Frases II

Se resistimos às nossas paixões é mais pela sua fraqueza do que pela nossa força.
La Rouchefoucauld

Estados físicos

Frases

Todas as paixões que não sejam do coração dissipam-se meditando.
Lord Byron

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Invicta

Estar em sítios pouco conhecidos causa, na maioria das vezes, insegurança e timidez. Acho que o contrário pode significar que o que nos é familiar já não faz assim tanto sentido. Mas também pode apenas querer dizer que se tem capacidade de adaptação. Seja como for, nunca antes estar sozinha numa cidade praticamente desconhecida me tinha feito sentir em segurança. Acho que é uma questão temporal. Não. Não é porque os dias estão chuvosos ou porque estamos em Dezembro. É a questão de o desconhecido ser temporário e permitir a viagem de volta a casa.
Mas devo dizer que a Invicta fez-me bem à alma: está mais quieta.

Castelos... quem não os faz no ar?

Este é, sem dúvida, o mais bonito castelo do nosso país. Há muito tempo que não dizia isto. Esquecimentos que a memória provoca. Este fim de semana trouxe-me a vontade de repetir aquela frase, até mesmo ao porteiro de um prédio da avenida da Boavista. Exageros.

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Superego

É inconsciente, é a censura das pulsões que a sociedade e a cultura impõem ao id, impedindo-o de satisfazer plenamente os seus instintos e desejos. É a repressão, particularmente, a repressão sexual. Manifesta-se à consciência indiretamente, sob forma da moral, como um conjunto de interdições e deveres, e por meio da educação e da produção do "eu ideal", isto é, da pessoa moral, boa e virtuosa.

Instrumentos de Tortura

Deixo aqui algumas ideias...

Instrumento de Cobardia

Instrumento de Fuga

quarta-feira, dezembro 06, 2006

Pela estrada fora...

- Tem cuidado na estrada. - Sim. Eu sei. - Mas cuidado com a curva. - Sim. Estou a ver. - Cuidado... - SIM!!! Há palavras que se dizem demasiadas vezes... deixo de ouvi-las à terceira verbalização... acho que é a partir da quarta que se tornam verdadeiras... mas aqui já sou surda.

sábado, dezembro 02, 2006

domingo, novembro 26, 2006

Emergency Exit

Choose Life... I chose not to choose life...

Disorientation

Sonhos em desesperos de causa II

Algures por aqui...

Como de súbito na vida

Como de súbito na vida tudo cansa! e cansa-nos a vida e nos cansamos dela, ou ela é quem se cansa de nós mesmos, na teima de existir e desejar? Porque, neste cansaço, não o que não tivemos, ou que perdemos, ou nos foi negado, o que de que se cansa, mas também o quanto temos, nos ama, se nos dá até os simples gozos de estar vivo. Um dia é como se uma corda se quebrara, ou como se acabara de gastar-se, que nos prendia a tudo e tudo a nós. Não é que as coisas percam importância, as pessoas se afastem, se recusem, ou nós nos recusemos. Não. É mais ou menos que isto - se deseja igual ao como até há pouco desejávamos. É talvez mais. Mas sem valor algum. O dia é noite, a noite é dia, a luz se apaga ou se derrama sobre as coisas mas elas deixam de ter forma e cor, ou se sumir no espaço como forma oculta. E o que sentimos é pior que quanto dantes sentíamos nas horas ásperas da fúria de não ter ou de ter tido. Porque se sente o não sentir. Um tédio Não como o tédio antigo. Nem vazio. O não sentir. Que cansa como nada. Até dizê-lo cansa. É inútil. Cansa. Jorge de Sena

sábado, novembro 25, 2006

quarta-feira, novembro 22, 2006

sexta-feira, novembro 17, 2006

Play it again, Herbie...

Comentário unânime: «O melhor pianista vivo.» E chega. Não se consegue dizer mais nada.

Citação

Qualquer coisa do género... «É preferível mandar uma fruta para o lixo do que vê-la apodrecer nas nossas mãos.» Acrescento: Sou muito sensível a cheiros desagradáveis.

Esmagada

Atiraram um piano pela janela quando eu passava... Autch! Isso dói.

sábado, novembro 11, 2006

Breakfast at Tiffany's

Incinerate

I ripped your heart out from your chest Replaced it with a grenade blast Incinerate Fire fighters hose me down I don't care I'll burn out anyhow Its 4 alarm girl nothing to see Hear the sirens come for me You dosed my soul with gasoline You flicked a match into my brain Incinerate The fire fighters are so nice I remember you so cold as ice Now flames are licking at yr feet Sirens come to put me out of misery You wave yr torch into my eyes Flamethrower lover burning mind Incinerate

Pós Chico Buarque...

apetece cantarolar... por exemplo, isto: Sempre Eu te contemplava sempre Feito um gato aos pés da dona Mesmo em sonho estive atento Para poder lembrar-te sempre Como olhando o firmamento Vejo estrelas que já foram Noite afora para sempre O teu corpo em movimento Os teus lábios em flagrante O teu riso e teu silêncio Serão meus ainda e sempre Dura a vida alguns instantes Porém mais do que bastantes Quando cada instante é sempre
Sempre
(Chico Buarque/2006)

quarta-feira, novembro 08, 2006

Finalmente... vir à tona

Desilusões

Aquelas que insistem em ser exibidas como algo esteticamente coerente... As que encontram outro nível de compreensão mais profundo e denso... Aquelas que existem mas são segredo... As que caçam num qualquer beco e esmagam contra a parede... O corpo estremece; acorda-se encharcado em suor e a confusão mental perdura... Mas não era de propósito... o beco já lá estava... e a parede também.

domingo, outubro 29, 2006

In the hand of inevitable

Porque

Porque os outros se mascaram mas tu não Porque os outros usam a virtude Para comprar o que não tem perdão Porque os outros têm medo mas tu não Porque os outros são os túmulos caiados Onde germina calada a podridão. Porque os outros se calam mas tu não. Porque os outros se compram e se vendem E os seus gestos dão sempre dividendo. Porque os outros são hábeis mas tu não. Porque os outros vão à sombra dos abrigos E tu vais de mãos dadas com os perigos. Porque os outros calculam mas tu não.
Sophia de Mello Breyner Andresen

Take control of me...

One...take control of me? Yer messing with the enemy Said its 2..it's another trick Messin with my mind, I wake up Chase down an empty street Blindly snap the broken beats Said it's cut with a dirty trick Its taken all these days to find ya I tell you I want you I tell you I need you Friends, take control of me Stalking cross' the gallery All these pills got to operate The colour quits and all invade us There he goes again Take me to the edge again All I got is a dirty trick I'm chasin down the wolves to save ya I tell you I want you I'll tell you I need you I... the blood aint on my face Just wanted you near me I tell you I want you I'll tell you I need you The blood aint on my hands Just wanted you near me I tell you I want you I'll tell you I need you The blood aint on my hands Just wanted you near me
Kasabian, Club Foot

O porquê do Agosto em Novembro

Num dia tempestuoso ia São Martinho, valoroso soldado, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante e gelada.
S. Martinho não hesitou: parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo. E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade. Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor. Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos homens o acto de bondade praticado pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a benção dum sol quente e miraculoso.
in Lendas Tradicionais

Coerências...

"The master writer to me, in that group, was Wayne Shorter. He still is a master. Wayne was one of the few people who brought music to Miles that didn't get changed."
Herbie Hancock

Herbie Hancock

Herbie Hancock is a true icon of modern music. Throughout his explorations, he has transcended limitations and genres while still maintaining his unique, unmistakable voice. Herbie's success at expanding the possibilities of musical thought has placed him in the annals of this century's visionaries. With an illustrious career spanning five decades, he continues to amaze audiences and never ceases to expand the public's vision of what music, particularly jazz, is all about today. Herbie Hancock's creative path has moved fluidly between almost every development in acoustic and electronic jazz and R&B since 1960. He has attained an enviable balance of commercial and artistic success, arriving at a point in his career where he ventures into every new project motivated purely by the desire to expand the boundaries of his creativity. There are few artists in the music industry who have gained more respect and cast more influence than Herbie Hancock. As the immortal Miles Davis said in his autobiography, "Herbie was the step after Bud Powell and Thelonious Monk, and I haven't heard anybody yet who has come after him."
in Herbie Hancock Official Site

Herbie Hancock Quartet, Coliseu dos Recreios, 16 de Novembro, 21h30m

Wayne Shorter

“A vida é tão misteriosa para mim”, diz Shorter. “Não consigo parar frente a qualquer coisa e dizer ‘Isto é o que é’. Pelo contrário penso que aquilo está sempre a transformar-se. Essa é a aventura. E a imaginação é parte da aventura”.
“É a mesma missão... combater o bom combate”, disse. “É fazer uma declaração sobre o que é na realidade a vida”. Acrescentou: “Cheguei a um ponto em que digo ‘não quero saber de regras’. É o que faço agora com a música. Tenho 71 anos, não tenho nada a perder. Vou para o desconhecido”.
Culturgest, Grande Auditório, 9 de Novembro, 21h30m

Grupo Novo Rock

Porque perto dos trinta, sabe bem voltar a tocar aquele vinil que, na adolescência (def. idade da patologia crónica e, muitas vezes, incurável), permitia criar o mood necessário para a procura voluntária de tristezas... Objectivo único: aquele sabor amargo de que tudo é absoluto e irreversível... Que saudades...

Terça-feira, 31 de Outubro, Coliseu dos Recreios, Lisboa, 22 horas

terça-feira, outubro 24, 2006

domingo, outubro 22, 2006

Cotidiano

«Eu vou tentar achar a minha condição» Obrigada Luís.

Hokkaido

Hokkaido é a segunda maior ilha, constituindo uma província do Japão. As suas principais cidades são Sapporo, Obihiro, Otaru, Asahikawa, Kitami e Kushiro. Hokkaido é banhada, ao norte e a leste pelo Mar de Okhotsk, ao sul pelo Oceano Pacífico e a oeste pelo Mar do Japão. Hokkaido é o restaurante japonês de um bairro típico de Lisboa. Atravessar a rua com a melhor companhia ... os california regados a um bom vinho e o espectáculo de fogo e destreza manual quando o cozinheiro actua na chapa do Teppan-Yaki. Sem dúvida, a aspirina necessária.

quarta-feira, outubro 18, 2006

Quotidianos...

Habituamo-nos não àquilo que os outros nos chamam mas sim ao modo como nos nomeiam. Em condições normais, esse processo é proporcional ao afecto e respeito que nos envolvem. Em condições normais... Noutras, é totalmente oposto ao crescendo emocional que provocamos.

domingo, outubro 01, 2006